#02 Filipa Júlio

23 maio, 2017

Filipa Júlio queria, há muito tempo, criar uma marca de calçado elegante que honrasse o seu passado de bailarina mas também o futuro da mulher moderna. Da arquitetura à criação das Josefinas foi um 'grand jeté' muito bem executado e que agora soma elogios em todo o mundo.

Se este fosse o teu perfil de uma qualquer rede social o que escreverias na área 'Sobre ti’?
Mulher, Mãe e Sonhadora Compulsiva.

Ainda tens o 1º par de Josefinas que criaste com o teu avô? Serão essas as verdadeiras 'sabrinas mais caras do mundo'? 
Ainda tenho as primeiras Josefinas que criei – e são, para mim, as verdadeiras sabrinas mais caras do mundo. Tudo começou com elas. Recordo-me de montar e coser tudo sozinha para apresentar a minha visão do que seria a primeira linha da Josefinas à Maria Cunha, a minha sócia.

A arquitetura é uma boa fonte de inspiração para desenhar calçado? 
O meu passado de arquiteta ajuda-me imenso no processo criativo da Josefinas – sou sensível esteticamente; formas e volumes são uma constante na minha linguagem. Claro está que design de calçado é em si uma ciência que tive de aprender a dominar.

A marca Josefinas quer contribuir para a afirmação da mulher. Como é uma mulher 'Josefinas'? 
A mulher Josefinas é uma mulher confiante e independente, que valoriza produtos exclusivos e de qualidade. Simples, mas extraordinário é aquilo em que acredita.

Crias arte para calçar. Os sapatos deixaram de ser apenas algo que calçamos? 
Os sapatos Josefinas não são apenas sapatos, são símbolos do poder feminino.

Com a abertura da flagship store em Nova Iorque sentes-te a viver o sonho americano? 
Sinto-me a viver um sonho - a equipa Josefinas faz o possível, e o impossível, para tornar os sonhos realidade.

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